28/7/2010
Greve geral na África do Sul. Será “legado” da Copa?
Há quem diga, sob flagrante convicção, que a Copa do Mundo é capaz de transformar os países que a sediam. São essas pessoas – a grande maioria à margem da paixão inocente que faz do futebol uma atração mundial – que mais celebram a chegada do evento aos seus redutos.
Todos anunciaram a metamorfose que os sul-africanos assistiam com a Copa de 2010. Poucos falam que, por pouco, a competição não tem seu cronograma seriamente prejudicado; e menos ainda deverão propagar a greve geral que ameaça o país de Nelson Mandela.
Pois 900 mil trabalhadores devem cruzar os braços na África do Sul por melhores salários. Os sindicatos que convocam a paralisação deram uma semana para o governo atender suas reivindicações. A greve só não deve ser mais grave porque, depois da Copa, o desemprego já atinge 25% da mão-de-obra do país que não sabe o que fazer com a maioria dos estádios construídos para o torneio.
Todos anunciaram a metamorfose que os sul-africanos assistiam com a Copa de 2010. Poucos falam que, por pouco, a competição não tem seu cronograma seriamente prejudicado; e menos ainda deverão propagar a greve geral que ameaça o país de Nelson Mandela.
Pois 900 mil trabalhadores devem cruzar os braços na África do Sul por melhores salários. Os sindicatos que convocam a paralisação deram uma semana para o governo atender suas reivindicações. A greve só não deve ser mais grave porque, depois da Copa, o desemprego já atinge 25% da mão-de-obra do país que não sabe o que fazer com a maioria dos estádios construídos para o torneio.
