28/7/2010
Corrupção “endêmica” tipo exportação
O Brasil traz em seu “currículo” um estigma que consumirá muitas gerações antes de ser extirpada de fato e de direito.
A corrupção interna, que já foi definida como “endêmica” – algo que provocou turbulência diplomática por ter origem em um embaixador norte-americano – também se aplica aos estrangeiros que operam em solo brasileiro. E isso se deve, sobretudo, à omissão ou letargia dos poderes constituídos: executivo, judiciário e legislativo.
A constatação Transparência Internacional, organização não-governamental que acaba de divulgar um relatório sobre o peso e a influência da corrupção em 36 nações.
Dos países analisados, apenas Dinamarca, Alemanha, Itália, Noruega, Suíça, Grã-Bretanha e Estados Unidos obtiveram resultados considerados exemplares no combate à corrupção.
Triste realidade freqüentemente recordada em nível internacional. A propósito, já nem falam mais em retaliações diplomáticas quando se trata desse assunto. Contra fatos, não há argumentos.
A corrupção interna, que já foi definida como “endêmica” – algo que provocou turbulência diplomática por ter origem em um embaixador norte-americano – também se aplica aos estrangeiros que operam em solo brasileiro. E isso se deve, sobretudo, à omissão ou letargia dos poderes constituídos: executivo, judiciário e legislativo.
A constatação Transparência Internacional, organização não-governamental que acaba de divulgar um relatório sobre o peso e a influência da corrupção em 36 nações.
Dos países analisados, apenas Dinamarca, Alemanha, Itália, Noruega, Suíça, Grã-Bretanha e Estados Unidos obtiveram resultados considerados exemplares no combate à corrupção.
Triste realidade freqüentemente recordada em nível internacional. A propósito, já nem falam mais em retaliações diplomáticas quando se trata desse assunto. Contra fatos, não há argumentos.
