5/2/2010
Energia Solar: boas novas das academias gaúchas
A China é, disparada, a grande liderança mundial no desenvolvimento de tecnologia para captação e exploração da energia solar. Alemanha, Japão e Taiwan também se destacam nesse segmento energético. O Brasil, apesar dos privilégios concedidos pelo astro-rei, ainda engatinha no setor e nem dispõe de qualquer regulamentação para essa área.
No entanto, pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul conseguiram desenvolver painéis solares que permitirão o uso da energia solar em escala industrial. O Núcleo Tecnológico de Energia Solar da PUC-RS criou painéis solares de eficiência inédita na América Latina, o que se traduz em maior produção de eletricidade a partir da luz do sol.
No campo de valores, basta citar que, em nível mundial, as células solares mais eficientes conseguem converter 16% da energia solar em energia elétrica. A média mundial é de 14% e as células produzidas pelos estudiosos gaúchos chegam a 15,4%. Ou seja, breve, o Brasil terá painéis solares com grande competitividade no mercado internacional. Com células mais eficientes, o preço dos painéis solares – ainda inviáveis em termos de popularização – ficará mais acessíveis.
A energia solar fotovoltaica é a forma de produção de eletricidade que mais cresce no mundo hoje. Em 2007 o mundo produziu mais de 4 mil MW com módulos fotovoltaicos, o equivalente a um terço da potência instalada de Itaipu. Em 2008, a produção mundial foi de 8 mil MW, e há previsão de aumento ainda maior nos próximos anos.
Por falar em Itaipu, há um cálculo que surpreende. Se cobríssemos metade da área alagada da usina com módulos fotovoltaicos, a quantidade de eletricidade que teríamos seria maior que a gerada pelo seu sistema hidráulico. E só durante o dia.
No entanto, pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul conseguiram desenvolver painéis solares que permitirão o uso da energia solar em escala industrial. O Núcleo Tecnológico de Energia Solar da PUC-RS criou painéis solares de eficiência inédita na América Latina, o que se traduz em maior produção de eletricidade a partir da luz do sol.
No campo de valores, basta citar que, em nível mundial, as células solares mais eficientes conseguem converter 16% da energia solar em energia elétrica. A média mundial é de 14% e as células produzidas pelos estudiosos gaúchos chegam a 15,4%. Ou seja, breve, o Brasil terá painéis solares com grande competitividade no mercado internacional. Com células mais eficientes, o preço dos painéis solares – ainda inviáveis em termos de popularização – ficará mais acessíveis.
A energia solar fotovoltaica é a forma de produção de eletricidade que mais cresce no mundo hoje. Em 2007 o mundo produziu mais de 4 mil MW com módulos fotovoltaicos, o equivalente a um terço da potência instalada de Itaipu. Em 2008, a produção mundial foi de 8 mil MW, e há previsão de aumento ainda maior nos próximos anos.
Por falar em Itaipu, há um cálculo que surpreende. Se cobríssemos metade da área alagada da usina com módulos fotovoltaicos, a quantidade de eletricidade que teríamos seria maior que a gerada pelo seu sistema hidráulico. E só durante o dia.
